Choque de trens de carga no centro de uma cidade polonesa provoca incêndio, explosões e feridos – 08.11.2010

Uma enorme explosão abalou a cidade de Bialystok no nordeste da Polônia devido a uma colisão entre um trem de carga e outra composição que transportava óleo combustível.

O acidente ocorreu às 05h30 hora local (0430 GMT) na segunda-feira depois que um trem carregando tanques de petróleo foi atingido por trás por outro trem de carga.

Dezessete dos 33 tanques de petróleo da composição abalroada ficaram em chamas. Dois dos tanques explodiram antes que o fogo pudesse ser extinto.

Quarenta equipes de bombeiros foram enviadas ao local para apagar as chamas e evitar a sua propagação para prédios vizinhos.

Eles conseguiram conter o inferno às 09h00 hora local (0800 GMT), apesar da espessa fumaça e altas temperaturas que dificultam os trabalhos. O vídeo abaixo, preparado pela NT, mostra o momento das duas grandes explosões:

O porta-voz do Corpo de Bombeiros de Bialystok, Marcin Janowski, disse que duas pessoas, incluindo um condutor de trem, ficaram feridas pelo fogo, mas seus ferimentos não representavam risco de morte.

As autoridades locais disseram que não havia nenhum perigo iminente para a população do entorno e que a situação, embora dramática, estava sob controle.

Só o pessoal das instalações ferroviárias próximas foi evacuado. Uma escola primária perto do local também foi fechada no dia do acidente como medida de precaução. O vídeo da BBC abaixo, narrado, mostra aspectos depois das grandes explosões:

Os serviços de trem entre a capital Varsóvia, Bialystok foram temporariamente cancelados em conseqüência da explosão.

O tráfego local em Bialystok também foi interrompido porque o acidente ocorreu no centro da cidade e algumas estradas foram fechadas durante o rescaldo do incêndio.

Este acidente apresenta paralelos com a catástrofe da cidade italiana de Viareggio. Lá a causa do acidente foi o descarrilamento de uma composição que transportava combustíveis no caso GLP. Nos dois acidentes o local foi no centro de cidades, sendo que no caso de Viareggio o número de vítimas a lamentar foi muito grande, incluindo vários óbitos. O link para a matéria sobre Viareggio é o seguinte:

https://segurancaemrisco.wordpress.com/2009/07/02/vagao-com-glp-descarrila-e-explode-viareggio-italia-29-06-2009/

novembro 11, 2010 at 2:08 pm Deixe um comentário

O perigo de explosões causadas por botijões de gás GLP – 04.11.2010

Vários acidentes com botijões de gás de GLP demonstram o real risco que eles representam. Apesar de o gás ser artificialmente odorizado, a prática tem provado que só este fator não é o suficiente para evitar os acidentes quem têm sido registrados. O uso de gás em botijões em aplicações domésticas deve seguir normas específicas de segurança e o equipamento deve ser rotineiramente submetido à revisão e manutenção, principalmente em mangueiras, reguladores e válvulas.

Estudo do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) aponta que 99% dos acidentes com gás de cozinha (GLP) são causados por instalação mal feita e manutenção inadequada do botijão. O presidente da entidade, Sergio Bandeira de Mello orienta: “Para evitar problemas, o consumidor deve comprar gás somente nos pontos de venda autorizados”. O armazenamento do botijão de cozinha também requer cuidados especiais. É necessário que seja guardado num ponto ventilado para que, em caso de vazamento, o gás não fique concentrado no local e não ofereça risco de explosão ou asfixia. Segundo Bandeira de Mello, não há problema em guardar botijão fora de casa.

Ainda no dia 02.11.2010 ocorreu mais um sinistro com botijão de gás na Vila Santa Maria, zona norte de São Paulo, no qual uma mulher ficou ferida e foi levada pelos parentes para o pronto-socorro Vila Nova Cachoeirinha. Esta explosão atingiu três casas no mesmo terreno.

Seis equipes do Corpo de Bombeiros estiveram no local. Por medida de segurança, os bombeiros colocaram estacas de sustentação na estrutura das casas para evitar um desabamento. Vejam detalhes no vídeo preparado pela R7 Notícias:

Em meio à sucessão de acidentes domésticos com botijões de GLP os paulistanos convivem com uma situação no mínimo insólita: “Restaurantes orientais usam botijões ilegais de gás GLP sob as mesas” segundo denuncia a imprensa local.

No bairro oriental de São Paulo, a Liberdade, concentram-se restaurantes chineses, coreanos e japoneses, muitos deles com mesas equipadas com fogões alimentados por botijões de GLP individuais como mostra a foto abaixo:

Alguns destes estabelecimentos estão nos andares inferiores de prédios densamente ocupados. Como o exemplo da Rua da Glória, Liberdade, região central de São Paulo. Um prédio que mais parece de escritórios. Um lance de escadas, três portas de restaurantes. Mais um lance, mais três restaurantes. Muitos deles devidamente equipados com suas “mesas-cozinha individuais” e cada uma delas com o seu botijão de gás próprio.  Um restaurante de comida coreana encontra-se instalado num enorme galpão na Rua Galvão Bueno com cerca de 50 mesas, em idênticas condições de risco.

Segundo o Corpo de Bombeiros o risco é enorme. Um botijão explodiu recentemente numa barraquinha de pipoca e foi parar na altura de um poste. Ninguém se feriu gravemente. Mas era a céu aberto. E num galpão fechado, onde se acumulam 50 botijões? E num pequeno restaurante onde há dez botijões? E num restaurante onde os restaurantes de baixo, dos lados e de cima também têm botijões espalhados no salão embaixo das mesas, o risco é potencializado?

Questionado pela imprensa local o Corpo de Bombeiros da São Paulo não respondeu oficialmente. Informalmente, um integrante disse que a orientação é que botijões de 45 kg fiquem sempre fora do estabelecimento. E que os botijões de 5 kg “geralmente são ilegais”.

A Prefeitura informa que é ilegal manter recipientes de gás espalhados pelos salões de refeição.

Material baseado em pesquisa e compilação feita na Imprensa e Internet.

novembro 4, 2010 at 1:07 pm Deixe um comentário

Explosão de gasoduto em San Bruno, Califórnia, USA destrói um bairro e causa mortos e feridos 09.09.2010

Quatro pessoas foram declaradas mortas, pelo menos outras 52 pessoas ficaram feridas, incluindo quatro que ficaram internadas no hospital com queimaduras críticas em decorrência de uma maciça explosão de gás natural, em San Bruno, Califórnia, EUA que aconteceu no dia 9 de setembro de 2010, uma quinta-feira.

Às 06h24 (horário local), uma explosão gerou uma bola de fogo que irrompeu perto do cruzamento perto de Glenview Drive e da Avenida Earl. As pessoas, que estavam a meia milha de distância (aproximadamente 800 m) dizem que sentiram o impacto e calor da explosão. Nos vídeos abaixo, feitos de helicópteros, é mostrada a extensão da catástrofe. Na cena inicial, após o letreiro, se vê uma casa que foi arremessada ao ar e caiu com uma parede inclinada. Cenas que descrevem o inferno que moradores de um bairro pacato foram submetidos. Lembrando que a maioria das casas americanas são construídas em madeira:

A PG & E (Pacific Gás and Electric – concessionária distribuidora de gás e energia elétrica responsável pelo gasoduto sinistrado) confirmou que uma linha de gás natural de 30 polegadas de diâmetro (76,2 cm) foi a fonte da explosão e incêndio. Não houve nenhuma palavra sobre o que causou a ruptura da tubulação, apesar do Presidente da PG & E, Chris Johns, ter dito que a tubulação tinha de 40-50 anos de idade.

Após ter queimado fora de controle por horas, o incêndio foi finalmente contido sexta-feira. Cinqüenta e duas pessoas foram transportadas para hospitais da região, três com queimaduras críticas. Quatro bombeiros sofreram ferimentos leves.

Houve um relato de uma pessoa saqueando uma das casas queimadas. Essa pessoa também foi acusada de ter agredido um policial e acabou sendo presa por tentar fugir.

Equipes de resgate e equipes de inspeção realizaram uma verificação de casa em casa, por toda a vizinhança. Havia 37 estruturas destruídas e mais oito casas que sofreram danos maiores ou menores.

Segue uma reportagem que apresenta vídeos de câmaras de segurança e de celulares mostrando o início da catástrofe. Também são mostrados depoimentos de vítimas. No início da reportagem o comentarista levanta dúvidas sobre a segurança dos gasodutos americanos:

Sexta-feira cedo, voluntários do Centro de Recreação de San Bruno organizaram mantimentos que foram distribuídos para os moradores desabrigados. Apenas cerca de 15 pessoas dormiram no centro de evacuação, mas muitos moradores retornaram na sexta-feira para acessar os serviços.
Não houve um abrigo aberto na noite de sexta-feira pois a Cruz Vermelha e a PG & E se ofereceram para pagar hospedagem em hotéis para todos os moradores desabrigados.

O Vice-Governador Abel Maldonado declarou estado de emergência na área e se reuniu a outros líderes em San Bruno na sexta-feira. (Maldonado era o governador em exercício, enquanto o governador Arnold Schwarzenegger estava fora do país.) Maldonado informou Schwarzenegger sobre a situação. Maria Shriver também visitou a área na sexta-feira.

O Presidente da PG & E, Chris Johns, confirmou em uma conferência de imprensa na sexta-feira o comprometimento da empresa em fornecer alojamento temporário, alimentos, roupas e outras necessidades essenciais para os moradores desabrigados.

O Estado também tomou medidas para aliviar as dificuldades das vítimas. Maldonado anunciou que o Estado iria prescindir das taxas para a obtenção de segundas vias de carteiras de motorista e certidões de nascimento, bem como renunciou ao prazo de espera para pessoas que procuram assistência de desemprego.

Pelo menos uma pessoa afirmou que os moradores tinham-se queixado do cheiro de gás natural por vários dias antes da explosão. Um porta-voz da PG & E diz que a empresa está investigando estas alegações.

A Polícia de San Bruno declarou o local dos acontecimentos como sendo  área de crime. O National Transportation Safety Board, disse sexta-feira que enviou uma equipe de quatro membros para San Bruno para investigar. A área impactada inclui os blocos de 1600 e 1700 de Claremont Drive, o bloco 900 de Glenview Drive, do bloco 1700 de Avenida Earl, o bloco 1100 de Fairmont Drive e do bloco 2700 de Concórdia Way.

Muitas pessoas estão se perguntando quais são os perigos que rondam aqueles que vivem perto de grandes gasodutos. Um número alarmante: nos últimos 20 anos ocorreram mais de 3000 acidentes em gasodutos nos Estados Unidos. Em um terço deles resultaram ferimentos graves ou mortes. Devido a isto os investigadores federais estão tão preocupados em descobrir o que ocorreu em Sab Bruno para avaliar se há medidas a serem tomadas em outros gasodutos semelhantes distribuídos pelo país inteiro.  O Repórter Dan Noyes da  ABC7 olha para as questões de segurança desses gasodutos. Veja o vídeo:

Para mostrar o heróico trabalho dos bombeiros locais foi elaborado o vídeo com fotos que é mostrado a seguir:

Material baseado em pesquisa na Internet e Jornais com dados da Folha, UOL, ABC News, etc.

setembro 29, 2010 at 2:33 pm Deixe um comentário

Violento incêndio em fábrica de tintas de Jandira/SP 26.08.2010

Um incêndio de grandes proporções atingiu a fábrica de tintas Milflex situada na estrada João de Goes, número 3.001, próximo ao trevo de acesso à cidade, na altura do km 32 da rodovia Castelo Branco, em Jandira, município de Barueri na Grande São Paulo. O fogo começou por volta das 15h00 da quinta-feira dia 26 de agosto de 2010 e teve rápida propagação devido à farta existência de material químico combustível com capacidade até de explosão. No seguinte vídeo amador se podem ver cenas do início do sinistro, inclusive com o registro de explosões:

Pelo o que narrou o capitão Nelson Marcos de Castro, coordenador da Defesa Civil no município, a fábrica estava em pleno funcionamento no momento do início das labaredas, com cerca de 150 pessoas trabalhando. “A Guarda Civil Metropolitana (GCM) ajudou a evacuar a área. Não temos informações sobre gente machucada.” Segue um vídeo que mostra cenas uma hora depois do início, inclusive com uma impressionante tomada aérea em zoom da gigantesca coluna de fumaça:

A queima de uma área que abriga tanques com amônia chegou a preocupar os bombeiros, mas o local já foi resfriado e foi retirado de risco de ser incendiado. Segundo o capitão, a empresa deve teve perda total no seu estoque e maquinário.

O fogo entrou noite a dentro e em seu combate trabalharam bombeiros de São Paulo e de Barueri. Sete carros da corporação de Barueri (Grande SP) e mais 12 de São Paulo acorreram ao local do sinistro. No noticiário da noitinha foi veiculado o vídeo abaixo que mostrou que ainda havia muito material combustível em chamas:

No início do incêndio o trânsito na rodovia Castello Branco ficou lento no km 32, sentido capital. No sentido interior, a lentidão foi no km 31. De acordo com a Viaoste, concessionária responsável pela rodovia, a fumaça não atrapalhou a visibilidade na pista, a lentidão certamente foi causada pela curiosidade que o incêndio despertou. Fotos do sinistro podem ser vistos na montagem apresentada a seguir:

Material baseado em pesquisa na Internet e Jornais com dados do UOL, Bandeirantes, g1, Folha, YouTube, etc…

setembro 15, 2010 at 2:26 pm Deixe um comentário

Usina Hidroelétrica atacada por terroristas no Cáucaso – 2010/07/21

Militantes atacaram a usina hidrelétrica de Baksanskaya de 25 megawatt no rio Baksan na Rússia, na irrequieta região do Cáucaso do Norte, na quarta-feira – dia 21 de julho de 2010, matando dois guardas, antes de deflagrar várias bombas, que forçaram o desligamento de usina.
Entre três e cinco homens armados invadiram a usina, uma estação de pequeno porte na região de Kabardino-Balkaria no sul da Rússia, em torno de 05h30 hora local. Os militantes atiraram nos dois guardas, em seguida, invadiram a sala de máquinas da usina.

Os militantes, em seguida, armaram e detonaram pelo menos quatro bombas, que destruíram três geradores, mas não conseguiram causar o rompimento da represa, disseram as autoridades. Uma quinta bomba não explodiu. Um incêndio causado pelas explosões tinha sido extinto pelo meio-dia, e não foram registradas falhas de energia na região, pois rapidamente foi feito um rearranjo na alimentação trazendo energia de outras fontes.

As forças russas vêm lutando há anos para anular uma insurgência muçulmana latente na região, que inclui a Chechênia.

“Isso mostra o flagelo do terrorismo não só não está acalmando, como está se expandindo geograficamente”, disse Gennady Gudkov, vice-chefe do Comitê de Segurança do parlamento da Rússia, segundo a agência de notícias Reuters.
O presidente Dmitry Medvedev disse que a segurança havia sido reforçada.

Kabardino-Balkaria tem visto menos violência por parte de militantes do que as outras repúblicas semi-autônomo na região, como: Chechênia, Daguestão e a Inguchétia. Mesmo assim ocorreu este atentado…

agosto 3, 2010 at 6:43 pm Deixe um comentário

Explosões de oleodutos criam desastre ambiental para a China – 16.07.2010

As chamas que engoliram o porto de Dalian, cidade costeira no nordeste da China, na Província de Liaoning, no dia 16 de julho de 2010, uma sexta-feira, depois da ocorrência de explosões em dois oleodutos, foram extintas depois de 15 horas de combate.

Mais de 2.000 homens e 338 caminhões de bombeiros de 14 cidades em toda a província trabalharam durante a noite para apagar o fogo.

O acidente despertou a atenção da cúpula de comando da China, tanto que o presidente Hu Jintao e o premiê Wen Jiabao emitiram instruções para as operações de emergência. O vice-premiê Zhang Dejiang acorreu ao local de incêndio na própria sexta-feira para dirigir os trabalhos de resgate.

A Força Aérea Chinesa enviou duas aeronaves do tipo Yunshu-8 para a operação de salvamento, carregando 17,8 toneladas de agente extintor de incêndios.

A explosão inicial ocorreu às 06h00 da sexta-feira dia 16 de julho de 2010 em um tubo de transporte de petróleo de grande um navio de bandeira liberiana para um tanque de armazenamento do porto atingindo um oleoduto de 0,9 metros de diâmetro, causando uma explosão em um duto secundário nas proximidades. Este navio acabou deixando o porto intacto. As autoridades estão investigando a participação deste navio na catástrofe.

Os dois oleodutos inicialmente atingidos são de propriedade da China National Petroleum Corp. O incêndio no oleoduto maior foi extinto por volta da meia-noite, mas pelo menos cinco explosões subseqüentes agravaram o fogo no oleoduto menor.

Um porta-voz da brigada de incêndio Dalian disse anteriormente que foi muito difícil para os trabalhadores desligar a bomba de óleo no oleoduto menor por causa de falhas mecânicas causadas pelo fogo, e derrames de petróleo que agravaram a situação de incêndio dificultando o acesso. Os bombeiros tiveram que desligá-lo manualmente, o que levou muito mais tempo

Os oleodutos danificados liberaram milhares de litros de petróleo, que fluíram para o porto e para o Mar Amarelo. A quantidade total de petróleo derramado ainda não foi definida, embora a China Central Television tenha informado uma estimativa anterior de 400.000 galões, em comparação com os 184 milhões de galões estimados no derramamento de óleo da BP ao largo da costa da Louisiana nos EUA. A mancha de óleo em Dalian atingiu pelo menos, 430 quilômetros quadrados, obrigando as praias e as instalações portuárias a fechar, enquanto os funcionários públicos e pescadores locais trabalham para conter e limpar o derramamento. Vejam coletânea de fotos desta catástrofe em apresentação preparada pelo Conselho Editorial do Site RISCO:

Felizmente, ninguém ficou ferido pelo inferno de fogo maciço que produziu um brilho que poderia ser visto a quilômetros de distância. Mas um bombeiro veio a falecer depois já nas operações ligadas ao meio ambiente, especificamente ao vazamento de petróleo.

julho 29, 2010 at 7:56 pm Deixe um comentário

Incêndio em uma das duas torres da nova sede do Rabobank em Utrecht – 27.06.2010

Bombeiros na cidade holandesa de Utrecht apagaram no domingo, dia 27 de junho de 2010, um incêndio que queimou em uma das duas torres que estão sendo construídas pelo banco holandês Rabobank para ser a sua nova sede.
O Rabobank é o maior banco de poupança e varejo do país e recentemente ampliou suas metas com substancial expansão na Índia e na China.
Segundo um porta-voz dos bombeiros a torre nunca tinha estado em risco de colapso, apesar de relatos anteriores de mídia que poderia vir a ruir.

O incêndio irrompeu durante a noite nos dois andares superiores da torre e um botijão de gás explodiu duas horas depois cerca de 04h15 horário local, com algumas dúzias de bombeiros no interior do edifício.
“Isso obrigou-nos a abandonar o edifício de imediato e tirar todos para fora e conferindo que ninguém estava faltando, mas felizmente não houve feridos”, disse o porta-voz dos bombeiros. Os bombeiros combateram o incêndio depois à partir da torre adjacente, tendo controlado o fogo por volta das 06h30 hora local.

O porta-voz da brigada disse que não estava claro o que causou o incêndio e as investigações continuaram.
Bombeiros, polícia e a construtora também estão avaliando a extensão dos danos, trabalhando tanto no interior do edifício como utilizando imagens tiradas antes por um helicóptero da polícia.
O Rabobank está construindo as novas torres, a um custo de € 200.000.000, na mesma rua da estação ferroviária central de Utrecht, a quarta maior cidade da Holanda.
“É evidente que há um dano significativo e estamos levando em conta a possibilidade de custos significativos”, disse Rene Loman, porta-voz da Rabobank, acrescentando, contudo, que o prédio está segurado.
De acordo com uma apresentação no site do banco, as torres terão 27 andares cada um e atingirão uma altura de 105 metros.
Inicialmente estava previsto que os funcionários estariam iniciando a mudança para o prédio novo no início do próximo ano, com a abertura oficial prevista para meados de 2011.
“Rabobank leva em conta que haverá um atraso”, disse Loman, mas disse que qualquer estimativa sobre os custos e a duração do atraso não podem ser feitos antes que as investigações sejam concluídas.

julho 8, 2010 at 2:44 pm Deixe um comentário

Balão provoca incêndio em morro no Rio uma área de quatro hectares é destruída – 19.06.2010

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou neste domingo, dia 20 de junho de 2010, que o fogo que atingiu ontem o morro dos Cabritos, na zona sul do Rio, já estava controlado, embora ainda existam focos de incêndio.

Paes afirmou que iria sobrevoar a área de helicóptero para avaliar os danos, mas que as informações até agora indicam que o incêndio destruiu uma área de quatro hectares.

A prefeitura anunciou que vai contratar uma empresa para reflorestar o local. Segundo Paes, o fogo atingiu uma área de capim e mata, mas não chegou a afetar o Parque da Catacumba, área de preservação ambiental.

Na noite de sábado, dia 19, a cidade também registrou focos de incêndio no alto da reserva do Grajaú, na zona norte do Rio, e na serra do Barata, que faz parte do Parque da Pedra Branca, em Realengo, na zona oeste da cidade. No vídeo (sem trilha sonora) que se segue é dada uma visão do progresso do fogo através de cenas filmadas em câmera rápida:

Os moradores relataram que o incêndio no morro dos Cabritos começou por causa de um balão. Paes chamou de “palhaço” quem solta balão e fez um apelo para que a população denuncie os baloeiros.

A presidente da Comlurb, Ângela Fonti, moradora do Corte do Cantagalo, área que liga Copacabana à Lagoa, disse ter vivido “uma noite de terror”. Preocupada com o avanço das chamas, ela arrumou uma mala e passou a noite acordada.

“Primeiro vi o clarão do outro lado do morro, depois as labaredas em cima do morro. Em seguida, elas estavam descendo o morro”, disse. Segundo Fonti, até as sete da manhã ainda era possível ver de sua janela focos de incêndio.

Comuns durante as celebrações juninas, os balões ficam ainda mais perigosos no inverno. Isso porque a temperatura, com ventos frios e pouca umidade do ar, é ideal para que os balões alcancem vôos longos e altos.

Segundo o major Francisco José Azevedo de Morais, da FAB (Força Aérea Brasileira), aeronaves voando a altas velocidades têm pouca possibilidade de desviar dos objetos. Em caso de colisão, o risco de queda é iminente. A trilha sonora da sucessão de fotos que se segue é composta por entrevistas sobre o assunto:

“Dependendo do peso, o balão pode rasgar um avião do nariz até a cauda. Além dos incêndios em florestas, ele pode vir a ser um objeto de morte de vários passageiros e tripulantes e pessoas que estão nas suas casas tranquilamente”, disse o major em entrevista à rádio Força Aérea FM.

Segundo Marcos das Neves Palumbo, chefe do setor de Comunicação Institucional Corpo de Bombeiros de São Paulo, a população tem colaborado com denúncias anônimas. Com isso, os soldados conseguem chegar ao local antes que os balões sejam soltos.

Para os fãs da prática, no entanto, a atividade (que pode render de um a três anos de cadeia e multa no valor de R$ 1.000 por balão) é encarada como arte.

Baloeiro há três anos, A.A, 17, faz parte de uma turma dedicada ao assunto em Guarulhos (Grande SP). Ele diz que teme ser preso, apesar de achar que não está burlando a lei. “Medo a gente tem, mas para nós não é crime, não. Crime é roubar, matar, usar drogas”, diz.

Questionado se tem consciência do estrago que um balão pode causar, diz: “a gente tem consciência de que é perigoso; ninguém sabe onde vai cair, o que vai prejudicar. Mas quem é baloeiro de verdade não liga para essas coisas. A gente que saber do prazer de soltar, a gente quer ver a arte.”

Fontes: UOL e Folha.com

junho 24, 2010 at 7:59 pm Deixe um comentário

Prédio do Butantan que pegou fogo no dia 15.05.2010 não tinha sistema anti-incêndio

Primeiro tempo – dia 15.05.2010: Dia do Incêndio

O incêndio que atingiu o laboratório de répteis do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, na manhã deste sábado, 15 de maio de 2010, destruiu o acervo de animais mortos usados para pesquisa e estudo, entre as espécies havia cobras, aranhas e escorpiões. Segundo a assessoria de imprensa, não havia nenhum animal vivo no prédio que foi mais atingido. Algumas espécies que foram destruídas estavam mantidas em formol há aproximadamente 100 anos.

Segundo Francisco Luis Franco, curador da coleção do Butantan e responsável pelo laboratório atingido, havia aproximadamente 85 mil exemplares de animais para estudo no local.

O prédio conjugado ao laboratório de répteis comporta as espécies vivas, que foram retiradas durante o incêndio e não sofreram nenhum dano.

Questionada sobre as pesquisas de vacina, a assessoria afirma que estas não foram afetadas, já que são feitas a partir de animas vivos.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo, que se iniciou por volta das 7h35 da manhã, foi controlado cerca de uma hora e meia depois. Não há registro de vítimas. Dez carros de bombeiros e 50 homens foram designados para o combate às chamas no Butantan. Uma perícia será feita no local e a previsão é de que o resultado seja divulgado em 30 dias.

O instituto ficou fechado para visitações até a segunda-feira seguinte em decorrência do incêndio. O secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, esteve na manhã do sinistro no Butantan, e solicitou ao diretor do instituto, Otávio Mercadante, que a instituição elabore imediatamente um projeto para a recuperação do prédio.

Fundado em 1901, o Instituto Butantan e é um centro de pesquisa biomédica, vinculado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. O órgão é responsável pela produção de soros e vacinas consumidos no Brasil.

Segundo tempo – dia 17.05.2010: Hora da verdade – Não havia sistema de combate a incêndio…

O prédio do Instituto Butantan que pegou fogo, onde ficavam os acervos de serpentes e artrópodes em formol e álcool, não tinha sistema automático de combate a incêndio. Projetado nos anos 1960, contava apenas com extintores, que deveriam ser acionados manualmente.

Em dezembro, um grupo de curadores encaminhou à Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) um projeto de melhorias estruturais e administrativas nos acervos do Butantan orçado em cerca de R$ 1 milhão.

Um dos pontos destacados era a necessidade de instalação de sistemas de detecção de fumaça e combate automático a incêndio. Assim que o calor e a fumaça fossem detectados, um alarme seria disparado e gás seria liberado para apagar o fogo.

No sábado, o incêndio começou às 7h45. Não havia ninguém no prédio para acionar os extintores e grande parte do acervo foi destruída –o local abrigava a maior coleção de cobras do mundo. Ao ser procurada pela imprensa a Fapesp não se pronunciou.

Um dia após o evento, o clima ontem entre os funcionários do Butantan era de desolação e indignação. “É uma tragédia da proporção do incêndio da biblioteca de Alexandria”, disse o curador da coleção de serpentes, Francisco Luís Franco.

Amanhã, quando o prédio interditado deve ser liberado para os funcionários, ele pretende fazer um levantamento mais exato da perda. “Só a coleção de serpentes tinha 85 mil exemplares. É possível que alguns não tenham sido queimados. Vamos fazer esse resgate.”

Para esse trabalho, Franco vai contar com cientistas que viajaram de outros Estados para ajudar na reorganização dos acervos. É o caso do biólogo da UFRJ Paulo Passos, que veio do Rio logo que teve a notícia.

Terceiro tempo – dia 18.05.2010: O que fazer…

Incêndio no Butantã põe museus de zoologia em alerta. Com acervo de 10 milhões de exemplares, Museu de Zoologia da USP só tem extintor – e é definido pelo próprio diretor como uma ‘bomba-relógio’.

O incêndio que destruiu o acervo de cobras e aracnídeos do Instituto Butantã fez soar o alarme sobre a falta de apoio à conservação do patrimônio histórico natural do País. Nenhum dos grandes museus de zoologia brasileiros conta com um sistema adequado de combate a incêndios. “Aqui só tem extintor”, diz o diretor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP), Hussam Zaher.

Nem o fato de o museu ser vizinho a uma base do Corpo de Bombeiros deixa Zaher tranquilo. Alocado em um prédio histórico do Ipiranga, o MZ-USP tem um acervo de 10 milhões de exemplares de bichos da biodiversidade brasileira e mundial, de formigas e minhocas a onças e gaviões. Grande parte deles, preservada em potes com álcool – como se faz em qualquer coleção desse tipo no mundo. A coleção de cobras do Butantã, comparativamente, tinha cerca de 85 mil exemplares.

Apesar de o Butantã ser um órgão estadual, o incêndio provocou repercussões também em Brasília. Especialmente na diretoria de Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que prepara uma carta pedindo mais apoio à conservação dos acervos biológicos do País. “Não podemos permitir que uma tragédia dessas se repita”, disse o diretor de Conservação da Biodiversidade do MMA, Braulio Dias. “O risco existe em todas as coleções. Nenhuma tem instalações adequadas para detecção e combate a incêndios.”

Em outro grande museu de história natural do País, o Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ), a situação é igualmente preocupante. Localizado num palácio que data da vinda da família real para o Brasil (1808), o local não conta com brigada de incêndio e grande parte dos hidrantes no entorno do palácio está sem água. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Reflexão: Faltam conhecimentos técnicos aos gestores, mas este conhecimento está disponível no mercado.

Pelas entrevistas publicadas pela imprensa, faltam conhecimentos técnicos de combate a incêndio aos gestores de acervos em risco. Não se pode exigir que gestores de Museus e Acervos Científicos tenham um curso de alarme detecção e combate a incêndio, mas é de se esperar que ou eles se informem ou busquem assessoria competente bastante capaz de dar as orientações técnicas necessárias ao caso.

Com fogo não se brinca e como ocorreu no Butantan e pode ocorrer em vários outros locais a extinção de exemplares únicos é para sempre. Portanto a prevenção de incêndio é algo que se justifica.

É necessário que as pessoas se conscientizem que um sistema de alarme, detecção e combate a incêndio serve para minimizar os danos de um sinistro a um mínimo possível dadas as condições iniciais do fogo. Um sistema deve ser engenheirado para atender as peculiaridades de cada risco envolvido, pois não há uma receita padrão de equipamento de combate a incêndio. Há os sistemas mais usuais, como os sistemas de sprinklers, o que não quer dizer que sua aplicação seja necessariamente “universal” em todos os casos.

No caso do Butantan o risco era composto por uma grande quantidade de frascos cheios de líquido altamente combustível. Um estudo preliminar indicaria a segregação do risco por paredes resistentes ao fogo dividindo o ambiente em áreas menores, de maneira a confinar um eventual princípio de sinistro a uma área de fácil controle e extinção, sem o risco de propagação para as áreas circunvizinhas. Cada uma dela protegida com meio extintor adequado ao combate a fogo em combustíveis, ou seja, Classe B. Adiante deveria ser definido o sistema de detecção, alarme e comando a serem aplicados.

De nada adianta instalar um sistema adequado de combate a incêndio se ele não é mantido sempre apto a entrar imediatamente em ação. Para tanto deve ser feita a sua manutenção rotineira de forma adequada e criteriosa. Seria como uma ambulância que na hora “H” estivesse sem bateria…

Também não se pode dizer que todos os acervos de São Paulo estão desprotegidos, citamos os exemplos da Pinacoteca do Estado de São Paulo onde a sua Sala Cofre assim como o acervo do Memorial da América Latina são protegidos por sofisticado e moderno equipamento de detecção, alarme e combate a incêndio fornecidos pela GIFEL Engenharia de Incêndio. Cabendo a ambas as entidades garantirem o funcionamento dos respectivos equipamentos de combate a incêndio através das necessárias manutenções rotineiras.

maio 20, 2010 at 3:21 pm Deixe um comentário

Depósito do Ponto Frio em Guarulhos SP pega fogo – 12.05.2010

Um CD – Centro de Distribuição do Ponto Frio, atualmente parte do grupo Pão de Açúcar, pegou fogo na quarta-feira, dia 12 de maio de 2010, em Guarulhos, São Paulo. O incêndio mobilizou 23 viaturas do Corpo de Bombeiros, envolvendo cerca de 70 profissionais. Segundo a assessoria de imprensa da rede, o prédio foi evacuado rapidamente e não há registro de vítimas.

O Ponto Frio informou que as encomendas às lojas e aos consumidores dos produtos atingidos pelo incêndio serão entregues por outros dois CDs da companhia localizados na região metropolitana de São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa da rede varejista, o CD tinha em seu estoque produtos de linha branca, eletroeletrônicos, móveis, colchões e bazar. Tanto o prédio, de 31 mil metros quadrados, quanto os estoques estão segurados. A empresa não divulgou os prejuízos com o incêndio.

No CD da Rodovia Presidente Dutra trabalhavam 130 pessoas e, conforme a companhia, não houve vítimas ou feridos durante o incidente. “A rede já instituiu uma comissão interna para apurar o ocorrido e irá tomar todas as medidas cabíveis para minimizar o impacto desse incidente”, afirmou a empresa, em nota. O Ponto Frio informou ainda que uma equipe de segurança e prevenção foi acionada para evacuar os funcionários do Centro de Distribuição durante o incêndio, que começou por volta das 16 horas.

O galpão fica na avenida Papa João Paulo I, 5.500, próximo à Rodovia Presidente Dutra, do lado da pista sentido São Paulo, na altura do km 215.

Dois condomínios residenciais foram desocupados pela Defesa Civil de Guarulhos. Os condomínios estão na Avenida Papa João Paulo I, próximo ao incêndio que atinge o depósito da rede varejista Ponto Frio, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

O diretor da Defesa Civil, Paulo Victor Novaes, destacou que o órgão decidiu retirar os moradores dos locais por causa da grande cortina de fumaça. Juntos, os conjuntos têm cerca de 100 moradias, sendo um deles formado por prédios e o outro por casas, como pode ser visto na foto aérea do Google abaixo:

De acordo com Novaes, a altura da fumaça escura pode indicar que as chamas queimaram plástico e espuma. As causas do incêndio serão investigadas.

O acesso da Rodovia Hélio Schmidt à Rodovia Presidente Dutra foi bloqueado, nos dois sentidos, por volta das 18h, em razão do incêndio que atingiu um depósito da rede Ponto Frio, na Grande São Paulo.

Segundo a concessionária Ecopistas, a interdição visou facilitar a ação dos bombeiros que trabalhavam para apagar as chamas no local, perto do km 215 da Dutra.

A concessionária NovaDutra informou que a via não havia sido interditada até às 18h20, mas o motorista que trafegava sentido São Paulo encontravam lentidão entre os kms 219 e 221 e entre os kms 206 e 210, em Guarulhos. No sentido Rio, a Dutra registrou-se morosidade entre os kms 213 e 210.

Segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária), o Aeroporto Internacional de Cumbica, que fica próximo ao local, operou normalmente e não sofreu com a grande nuvem de fumaça que houve no local.

maio 20, 2010 at 2:09 pm Deixe um comentário

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