Archive for novembro, 2009

Dia quente em São Paulo, dois grandes incêndios em indústrias iluminam a noite – 24.11.2009

Dia 24 de novembro de 2009, um dia no qual os bombeiros da cidade tiveram trabalho dobrado. Inicialmente uma fábrica de cera na zona norte da cidade foi consumida pelas chamas, depois foi a vez de uma fábrica de produtos de limpeza na zona oeste.

No primeiro sinistro da noite o Corpo de Bombeiros controlou o fogo que atingiu uma empresa localizada na Rua Paulo Emílio Salles Gomes, na altura do número 145, no Jardim Pereira Leite, zona norte de São Paulo. Segundo a Defesa Civil se trata de uma fábrica de velas. O galpão atingido pelo incêndio fica localizado próximo ao supermercado Carrefour da marginal Tietê.

Veja vídeo da TV Record mostrando os primeiros instantes deste sinistro com cenas captadas pelo helicóptero desta emissora:


http://www.vimeo.com/7836757

Ao todo, 17 equipes do Corpo de Bombeiros foram até o local para controlar as chamas, que começaram por volta das 18h55. Entretanto, ainda não se sabe o que provocou o incêndio. A mesma emissora de TV deu seqüência à cobertura deste sinistro com se pode conferir no vídeo abaixo:


http://www.vimeo.com/7837185

Os bombeiros não souberam informar quantas pessoas estavam no local no momento em que começou o fogo. A Defesa Civil do Estado também foi até o local acompanhar os trabalhos dos bombeiros.

Na mesma noite aproximadamente às 20h50 começou o segundo grande sinistro da noite: o incêndio numa empresa de produtos de limpeza na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. Ninguém se feriu neste incêndio.

Por volta das 23h30, mais de 60 bombeiros ainda trabalhavam para extinguir totalmente as chamas na empresa Ideal Sistemas de Higiene, que fica na Avenida Imperatriz Leopoldina, na altura do número 25. O objetivo dos bombeiros era evitar que o fogo se propagasse para uma concessionária de veículos ao lado. Veja as cenas que uma pessoa que mora perto desta empresa filmou, e que foram divulgadas pela Folha On-Line:


http://www.vimeo.com/7837818

Ao todo, 23 equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência.  O fogo chegou a provocar o desabamento do teto da empresa, mas ainda não é possível saber as causas do incêndio cuja fumaça pôde ser vista de outros bairros.

A convivência de prédios residenciais com fábricas em sinistros como relatados acima representa um problema presente na cidade de São Paulo, e que além do risco envolvido causa uma série de problemas de saúde devido à fumaça decorrente dos incêndios. O vídeo seguinte, preparado pela TV Record é feito um resumo dos dois sinistros e são colhidos depoimentos de moradores da região da Vila Leopoldina que passou de zona industrial para cada vez mais ser uma zona residencial, situação que é comentada nesta matéria:


http://www.vimeo.com/7837887

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novembro 26, 2009 at 6:00 pm Deixe um comentário

Inferno de fogo consome tanques de combustível em Jaipur, deixando rastros de mortos e feridos – 29.10.2009

Um devastador incêndio varreu um depósito de óleo combustível e terminais de distribuição da IOC (Companhia Indiana de Petróleo – sigla em inglês) nos arredores de Jaipur no dia 29 de outubro de 2009, matando pelo menos 15 pessoas e ferindo mais de 100. O número de mortos provavelmente deverá subir quando os trabalhos de rescaldo e varredura detalhada forem terminados. Todos os 12 tanques do terminal foram atingidos pelas chamas.

Relatórios preliminares informam que o incêndio começou depois que uma válvula do oleoduto falhou quando gasolina estava sendo transferida do terminal da IOC para o terminal de armazenamento da Bharat Petroleum localizado nas proximidades. O derrame maciço da gasolina altamente inflamável sendo bombeada a alta pressão foi detectado às 18h45 IST (horário oficial indiano – sigla em inglês) e uma equipe de técnicos tentou fazer o reparo por 40 minutos, sem sucesso; resultando na catástrofe que provocou mortos, feridos e na pesada destruição registrada.

O departamento de meteorologia registrou um tremor de 2,3 graus na escala Richter no momento da primeira explosão que foi ouvida às 19h36 IST. Tal foi o impacto das explosões que as janelas das casas situadas até três quilômetros de distância foram danificadas. A capacidade do terminal é de 8 milhões de litros de combustível. Veja vídeo preparado pela ANI news:


http://www.vimeo.com/7806716

Às 20h00 IST o fogo tornou-se incontrolável. Imediatamente todos os 12 tanques pegaram fogo! Estes eram tanques do tipo teto flutuante. O fogo começou de um vazamento no oleoduto e a explosão inicial pode ter danificado os selos de vapor do tanque, assim, a partir um vazamento na borda do tanque o fogo irrompeu e se alastrou. Uma tragédia maior foi evitada, pois os tanques de GLP do terminal mantiveram-se seguros. Trincheiras foram cavadas em torno do depósito da IOC para impedir a propagação do fogo. Pelo menos 42 edifícios em todo o depósito sinistrado foram completamente destruídos pelo fogo. As autoridades decidiram que não havia nada mais a ser feito do que esperar que todo o combustível fosse queimado, conforme informou o Ministro de Petróleo Indiano Murli Deora.  O incêndio durou 5 dias.

Uma área de cinco quilômetros de diâmetro foi declarada como “zona perigosa”. A área circundante foi evacuada e a energia cortada. Quinhentas mil pessoas transferidas para um local seguro. Muitos, entre aqueles que foram evacuados, eram pacientes, médicos e pessoal de um hospital do governo; bem como estudantes de engenharia e de medicina de 10 faculdades. Os feridos foram levados para três grandes hospitais de Jaipur.

Todas as fábricas e instituições que operavam na área industrial Sitapura foram solicitadas a transferir seu pessoal para outro local. Trezentos homens do Exército ajudaram no resgate, pois algumas pessoas poderiam ter ficado presas no depósito de combustíveis sinistrado. Veja segundo vídeo preparado pela ANI News:


http://www.vimeo.com/7806947

Todos os 31 destacamentos de bombeiros de Jaipur compareceram ao local e um perito de Mumbai foi contatado para sobrevoar a área e ajudar a apagar o fogo. O terminal recebe o seu abastecimento de refinaria de Mathura da IOC, através do oleoduto e alimenta parte do mercado de Rajasthan.

O Sr. MB Lal é o chefe da comissão de sete membros responsável pela investigação das causas do devastador incêndio no depósito da IOC, ele informou, no dia 9  de novembro de 2009, que o relatório final com os fatos, descobertas e sugestões será apresentado ao Ministério do Petróleo no prazo de sessenta dias.  Veja vídeo com uma coletânea de fotos preparadp pelo Conselho Editorial do Site Segurança em RISCO:


http://www.vimeo.com/7817660

Perguntado sobre o nível de poluição devido à fumaça emitida depois da extinção do fogo, ele disse que o conteúdo de hidrocarbonetos e sua quantidade também seriam cientificamente investigados. Questionado sobre o movimento das nuvens poluídas para Deli, como relatado em canais de notícias de TV, ele disse: “Não se preocupem com isto. Esta é uma questão local confinada a um raio de dez quilômetros. As emissões que se acumularam no céu irão se resolver por si mesmas. Claro que o conteúdo de hidrocarbonetos precisa ser verificado”. Veja vídeo sobre os danos ambientais que afetam a vida selvagem na região do sinistro, preparado pela CNN Índia:


http://www.vimeo.com/7819904

Lembrando que o governo estadual pretende mudar essas unidades para além de 35 quilômetros do limite da cidade, Lal afirmou que isto é uma questão tão séria como a segurança da vida humana, que foi a principal prioridade, e que a mudança ou reconstrução do depósito incendiado seria outro aspecto das sugestões da comissão para o Ministério do Petróleo.

novembro 25, 2009 at 6:46 pm Deixe um comentário

Refinaria da Caribbean Petroleum – GULF – de Porto Rico explode numa bola de fogo – 23.10.2009

A enorme explosão na instalação Caribbean Petroleum Corp perto de San Juan, Porto Rico, colocou em perigo em 23 de outubro de 2009 as vidas de milhares de pessoas. A explosão provocou um incêndio que foi alimentado por combustível de aviação, combustíveis para navios e gasolina armazenada na refinaria. Produziram-se espessos rolos de fumaça preta potencialmente tóxica que podiam ser vistos de vários quilômetros de distância.

Nesta vista aérea da refinaria da Caribbean Petroleum feita antes do sinistro, obtida através do Google Maps, é possível ver a disposição e o tamanho dos tanques de armazenamento, boa parte dos quais foi atingido por explosões e fogo:

Centenas de pessoas que vivem a favor do vento a partir da instalação foram forçadas a abandonar suas casas. Aqueles que não foram evacuados foram orientados a manter as janelas em suas casas fechadas para evitar a fumaça tóxica proveniente do incêndio. Podem ser semanas, meses ou mesmo anos antes que as conseqüências sanitárias da explosão Caribbean Petroleum Corp tornem-se completamente conhecidas. Veja vídeo feito pela Guarda Costeira Americana que sobrevoou o local da catástrofe pouco tempo após a sua eclosão:


http://www.vimeo.com/7696432

A explosão ocorreu por volta de 12h30 e de acordo com a Rede Sísmica de Porto Rico, foi produzida uma onda de choque equivalente a um terremoto de magnitude 2,8 na escala Richter. A explosão foi tão forte que seccionou uma estrada nas proximidades e quebrou janelas de casas próximas.

Vinte e um dos 40 tanques na refinaria foram destruídos ou danificados pelo fogo. Era de se esperar que o fogo fosse levar vários dias para se extinguir, mas havia o perigo que novas explosões pudessem ocorrer. Oitenta e cinco bombeiros com 20 caminhões trabalharam para conter o fogo e esfriar os tanques de armazenamento para evitar novas explosões. Autoridades porto-riquenhas também solicitaram o apoio de especialistas em materiais perigosos dos EUA.

Evacuação e Ferimentos:

A Caribbian Petroleum Corp. é a dona da marca Gulf em Porto Rico. O local onde ocorreu a explosão é um depósito de gasolina e um centro de distribuição que armazena combustível para aviões a jato, combustível para navios e gasolina. A instalação também inclui uma refinaria que processa 48.000 barris/dia, mas segundo a empresa, a refinaria não estava em operação no momento da explosão.

O incêndio resultante aumentou de intensidade nas primeiras horas após a explosão, e cobriu as casas e propriedades na área com fuligem preta e cinzas. A fumaça foi tão espessa que a Administração Federal de Aviação implementou uma restrição temporária de vôo sobre a área.

Pelo menos 350 pessoas foram evacuadas de bairros vizinhos, e não se sabia quando eles poderiam voltar. Escolas das proximidades também foram fechadas no dia, e os porto-riquenhos foram instados a evitar a proximidade permitindo que a área pudesse ser mantida livre para os veículos de emergência. Vejam uma coletânea de fotos processada na forma de um vídeo por nosso Conselho Editorial:


http://www.vimeo.com/7696459

Embora ninguém tenha morrido na explosão, o governador porto-riquenho, Luis Fortuño, disse que uma pessoa teve necessidade de tratamento devido à inalação de fumaça, e outros dois sofreram ferimentos leves na base Buchanan’s Fort do Exército dos EUA adjacente à refinaria.Vários motoristas também ficaram feridos quando a explosão quebrou vidros de seus carros.Representantes da Caribbean Petroleum informaram que todos os funcionários estavam bem.

Ainda não se sabe o que causou a explosão. Os meios de comunicação têm relatado que agentes do FBI foram ao local. A polícia local e do FBI estavam examinando pichações encontradas após a explosão em um túnel de estrada de San Juan, com a mensagem: “Boom, fire, RIP, Gulf” (boom, fogo, “descanse em paz”, Gulf). Enquanto não se chegar a conclusões quanto ao significado do graffiti, um oficial da polícia disse que a mensagem era “motivo de preocupação”. Um funcionário local do ATF (Bureau of Alcohol, Tobbaco, Firearms and Explosives) Bureau dos EUA de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos informou que uma equipe especial vinda dos EUA também irá investigar a explosão. No entanto, essa investigação não teria início antes da extinção  do incêndio na refinaria.

A Caribbean Petroleum  tem um histórico ambiental problemático. Segundo o jornal The Miami Herald, esta empresa foi citada pelas principais infrações ambientais nos últimos dez anos que custaram um total de US $ 1,3 milhões em penalidades e multas.

Falando com as autoridades do FBI:

O FBI disse no dia 30 de outubro de 2009 que não há nenhuma evidência de sabotagem na explosão de semana passada na refinaria da Caribbean Petroleum. Vapores de gasolina do transbordamento de um tanque de combustível causaram a explosão, segundo Luis Fraticelli, o agente especial do FBI responsável para a ilha. Ele disse que mais de 240 investigadores analisaram a explosão e não foram encontradas evidências de que tivesse sido intencional. Mas Fraticelli disse que as autoridades ainda estão investigando se a negligência não tenha contribuído para o sinistro. “Como se trata de uma investigação federal, a palavra ‘acidente’ não será utilizada”, disse Fraticelli em uma entrevista coletiva.

Imediatamente antes da explosão, um navio-tanque havia descarregado cerca de 28.000 galões (106.000 litros) de combustível nos tanques, e uma quantidade indeterminada derramou em uma vala de drenagem que é capaz de lidar com um derramamento de 10 por cento, disse o porta-voz do ATF  Marcial Orlando Felix.

O combustível liberou uma grande quantidade de vapor, e algum incidente pode ter causado uma faísca. Agentes federais e locais interrogaram mais de 100 pessoas, incluindo funcionários da empresa, investigando indícios, incluindo as pichações encontradas após a explosão em um túnel de estrada na capital.

Os agentes também estão investigando se os sistemas de segurança estavam em ordem para impedir tamanha explosão e por que, aparentemente, nenhum alarme foi ativado. A explosão danificou mais de 200 casas, e equipes instalaram novas portas e janelas e repararam paredes. Doze casas necessitaram de reparos mais extensos, e seis serão demolidas parcial ou completamente. O presidente Barack Obama declarou Porto Rico como área de catástrofe e prometeu recursos governamentais de apoio.

novembro 19, 2009 at 3:04 pm Deixe um comentário

Incêndio em plataforma de petróleo no Mar do Timor é controlado, a catástrofe ambiental não… 03.11.2009

Mapa de localizacao da plataforma de MontaraO vazamento de petróleo da plataforma de extração de petróleo em águas profundas de uma filial da companhia petrolífera estatal tailandesa PTTEP, no Mar de Timor – próximo à costa da Austrália que começou no dia 21 de agosto, tinha alcançado no dia 03/11/2009 as águas da Indonésia, colocando em perigo a biodiversidade marinha e a pesca.

O vazamento cobriu mais de 10 mil quilômetros quadrados e colocou em risco a área protegida do Mar de Savu, onde vivem várias espécies ameaçadas de tartarugas, golfinhos e baleias, disse Gilly Llewellyn, responsável pela área de Oceanos da seção australiana do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês). Esta região é considerada por especialistas como a Amazônia submarina.

Oleo chega na costaA região é estratégica para a Indonésia na proteção do chamado Triângulo dos Corais, que tem uma extensão de seis milhões de quilômetros quadrados entre a Ásia e a Oceania. Além disso, o óleo reduziu em 80% a atividade de 700 pescadores da província de Nusa Tenggara Oriental.

Plataforma de Montara em chamasUm incêndio na plataforma Montara irrompeu dia 01/11/2009 quando se realizava a quinta tentativa para “plugar” o vazamento de óleo e gás. As chamas alcançaram centenas de metros de altura a duas milhas náuticas da torre de perfuração e da plataforma localizadas na jazida de West Triton no Mar do Timor, que separa a Austrália da Indonésia.

 

No vídeo que se segue relata a situação imediatamente após a eclosão do incêndio:

 Cenas não editadas do incêndio podem ser vistas vídeo seguinte elaborado pela AP:

 Plataforma sinistrada e a plataforma de apoioO sinistro foi controlado no dia 03/11/2009, o que possibilitou finalmente conter um derramamento de petróleo. Lama pesada foi bombeada para o poço danificado em um ponto situado a 2.610 metros abaixo do fundo do mar, que foi interceptado por um poço de alívio perfurado da plataforma de perfuração West Triton. Rebocada de Cingapura para o local, a West Triton não chegou à cena dos acontecimentos antes de 10/09/2009, quase três semanas após a ruptura que deu início ao vazamento. Levou cerca de quatro semanas para esta plataforma ser montada, perfurar até a profundidade de interceptação, e fazer a primeira tentativa mal sucedida para interceptar o poço danificado. Finalmente, depois de 74 dias, o vazamento foi interrompido. Restam as seguintes tarefas difíceis pela frente: os trabalhadores devem tentar voltar a acessar o poço agora pela da plataforma Montara danificada pelo fogo, de modo que eles possam injetar tampões (plugs) de cimento permanentes.

O vídeo seguinte reporta a situação imediatamente após o bloqueio do vazamento por lama e a extinção do incêndio da plataforma Montara (9 News):

 Milhares de litros de lama injetados no poço de West Atlas conseguiram, na quinta tentativa, conter o enorme vazamento que alimentava o incêndio, anunciou o porta-voz da PTTEP Australasia, José Martins, em entrevista realizada no dia 03/11/2009. “Estamos aliviados e agradecidos com o fim do vazamento e do incêndio, mas ainda temos muito trabalho a fazer e nossa prioridade agora é determinar como fechar definitivamente o poço”, disse Martins em comunicado.

Visao do dano ambiental na esteira de óleoDurante quase dez semanas, uma grande quantidade de petróleo vazou para o mar diariamente. As estimativas da quantidade de óleo derramado variam amplamente. As estimativas, sem um esclarecimento claro, feitas pela PTTEP indicam 400 mil barris por dia produz um total de 4.706.020 litros. As estimativas do governo australiano são de “até” 2.000 barris por dia, um total de derramar tanto quanto 23.530.100 litros. E uma estimativa de 3.000 barris por dia, com base nas taxas de fluxo conhecido de outros poços na área resulta em um derramamento de 35.295.200 de litros, quase tão grande quanto os 41.639.500 litros que vazaram do Exxon Valdez, e que após 20 anos depois de uma operação de limpeza massiva, ainda afetam as comunidades do Alasca e o meio ambiente em geral.

“Este desastre causou danos ao ecossistema marinho e deixou um legado com o qual vamos ter de lidar no futuro”, disse a senadora australiana, Rachel Siewert, do Partido Verde local.

As ações da PTTEP na Bolsa de Valores de Bangcoc desabaram nesta semana depois que ficou claro que a empresa não poderá, por enquanto, extrair os 35 mil barris de petróleo que esperava retirar de seus poços no Mar do Timor.

NOTA sobre a PTTEP:

Em fevereiro de 2009, a Coogee Resources Limited foi comprada por uma subsidiária da PTT Exploration and Production Public Company Limited (PTTEP) e foi rebatizada como PTTEP Australasia Limited (AA PTTEP). PTTEP é a empresa nacional de exploração e de produção de petróleo da Tailândia e é uma das maiores empresas de capital aberto do país, com mais de 40 projetos de todo o mundo. A subsidiária AA PTTEP é responsável pelo desenvolvimento de Montara (e os outros projetos) no Mar de Timor.

novembro 10, 2009 at 4:20 pm Deixe um comentário


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