Incêndio destrói 3.000 m2 de um depósito de recicláveis de Ribeirão Preto (SP) – 17.06.2009
Equipes do Corpo de Bombeiros ainda realizavam os trabalhos de rescaldo após controlar um incêndio que atingiu um depósito de materiais recicláveis em Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) na noite de 17.06.2009. Ao menos 3.000 m2 do local foram destruídos pelas chamas.
As chamas alcançaram mais de 5 metros de altura e cobriram toda a área do depósito de materiais recicláveis. A fumaça era vista a quilômetros de incêndio, todo o material reciclável que se encontrava nesta área foi destruído.
Um contingente de 30 homens do Corpo de Bombeiros, 10 viaturas, carros pipa de oficinas e particulares, a brigada de incêndio do aeroporto local foram acionados.
Só puderam ser salvos uma caminhonete e dois caminhões retirados por funcionários que acorreram ao local logo após o início do sinistro.
A preocupação foi evitar que o fogo se propagasse para edificações vizinhas onde se encontram máquinas e demais materiais.
Segundo o Corpo de Bombeiros foram necessários 180.000 litros de água para apagar as chamas e o maior problema foi o tipo de material estocado. Ele se encapsulava com o calor impedindo a entrada da água de combate, enquanto isto continuava a arder em seu interior. Eram fardos de material reciclável.
Não houve feridos e se suspeita que o incêndio tenha sido causado por crianças que pularam o muro traseiro da empresa e foram brincar dentro da área que foi sinistrada.
Vejam detalhes deste sinistro no vídeo divulgado pelo UOL:
Add comment Junho 24, 2009
Incêndio destrói galpão da CEASA em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza, Ceará – 24.05.2009
No dia 24 de maio de 2009, domingo, um incêndio destruiu o galpão onde ficam 20 distribuidoras de alimentos na CEASA, em Maracanaú, Região Metropolitana. Os bombeiros ainda não sabem dizer o que provocou o fogo.
Um galpão inteiro ficou destruído pelo fogo. Toneladas de alimentos foram perdidas no incêndio: cereais, temperos e doces, além de uma grande quantidade de produtos que ajudaram a aumentar a chama como óleo, bebidas alcoólicas e plástico. Seis carros dos bombeiros foram chamados. O incêndio aconteceu no domingo, único dia em que o comércio não funciona na CEASA. As 20 lojas do galpão estavam fechadas quando o fogo começou, por volta de 10h30min.
Segundo os bombeiros, o fogo iniciou no meio do prédio, o que dificultou o acesso às chamas. A fumaça encobriu a CEASA. O fogo só foi controlado uma hora e meia depois da chegada do socorro. Os donos de comércios do galpão ficaram desesperados ao ver toda a mercadoria perdida. “Deus vai dar um jeito de eu recuperar tudo de novo”, afirmou o comerciante Valdeci Freitas.
A comerciante Francisca Mendes diz que agora vai ter que recomeçar do zero. “Tinha uns R$ 120 mil de mercadorias. Eram três pontos, tudo lotado de mercadoria, em cima e em baixo”, lamentou.
O secretário de Desenvolvimento Agrário foi acompanhar de perto o trabalho dos bombeiros. Segundo ele, ainda não é possível calcular o tamanho do prejuízo. “É lamentável o ocorrido, esse incêndio”, declarou Camilo Santana.
O presidente da CEASA tentou tranqüilizar os comerciantes. Disse que o prédio tem seguro e vai fazer o possível para ajudar a reerguer os negócios. Segundo ele, a CEASA já tinha planos para retirar as distribuidoras do local. “Nós já estamos dando todo o apoio necessário. Em momento algum vamos parar a comercialização aqui”, informou Reginaldo Moreira.
Durante a tarde do domingo, os bombeiros trabalharam no rescaldo do galpão. A Polícia vai investigar as causas do incêndio. “A gente vai aguardar a perícia técnica pra divulgar o laudo daqui a 10 dias”, disse João Vasconcelos, coronel do Corpo de Bombeiros.
O valor dos prejuízos será divulgado depois de uma reunião com os donos das distribuidoras e a direção da CEASA, marcada para dia 25 de maio de 2009.
Veja material preparado pela TV Verdes Mares:
Add comment Maio 27, 2009
Luz do sol magnificada: provável causa de incêndio em Bellevue – risco de incêndio mais recente – tigelas d’água de cães -17.05.2009
Histórias de análise de Risco: esta veio da cidade de Bellevue, estado de Washington, USA. Uma coincidência inusitada, envolvendo uma inocente tigela de água para cães de vidro, é atribuída como causa de um sinistro em uma casa. Um novo capitulo para os imponderáveis na análise de risco, se bem que vários incêndios florestais são atribuídos à garrafas jogadas no mato que concentram e magnificam a luz solar provocando o início de incêndios…
Nas aulas de ciências no colégio todos nós aprendemos como uma lente de aumento pode concentrar a luz solar e iniciar um incêndio. Investigadores de incêndios acreditam que a luz do sol brilhando através de uma tigela de vidro cheia de água pode ter feito a mesma coisa.
A parte de trás de uma casa de madeira de Bellevue está em ruínas carbonizadas depois de um bizarro fogo no domingo à tarde, dia 17 de maio de 2009, quando as temperaturas estavam por volta de 70ºF (aproximadamente 22ºC).
Bombeiros puderam rastrear a origem que convergiu para um determinado local no deck nos fundos da casa.
“Os pesquisadores foram capazes de refinar a pesquisa para um local específico”, disse Eric Lt. Keenan do Corpo de Bombeiros de Bellevue. “Mas quando eles analisaram aquele local constataram que não havia dispositivos elétricos, nada que possa que pudesse conduzir a uma causa óbvia.”
A única coisa que havia por lá era uma tigela de vidro para água de cachorro, cheia de água colocada sobre um suporte apoiado no deck de madeira.
“Quando você olha para o objeto, conclui que aquilo poderia realmente ter tido as características ópticas para agir como uma lupa e no domingo, ao meio-dia, ter iniciado o fogo no deck”, disse Keenan.
Keenan disse que ele nunca tinha visto uma casa pegar fogo desta maneira antes. O sol, a água, o vidro da jarra e as madeiras do deck teriam que estar perfeitamente alinhados, mas parece que é exatamente o que aconteceu.
“É tão incomum, que na verdade não seria razoável pedir às pessoas para mudar os seus hábitos. Se esta foi a causa, foi apenas um conjunto de circunstâncias bastante inusitadas.”
Foi um incêndio devastador para os proprietários da casa. Ele causou danos de mais de US $ 200.000.
Assista ao vídeo (em inglês) preparado pela KONG TV, de Seattle, Washington, USA:
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Milhares de funcionários evacuados quando o fogo atingiu o edifício do Quartel General da União Européia em Bruxelas – 18.05.2009
Milhares de funcionários foram evacuados após um incêndio obrigou o fechamento da sede da Comissão Européia no edifício Berlaymont, em Bruxelas no dia 18 de maio de 2009.
Fumaça saiu do telhado do edifício depois que um incêndio eclodiu em uma área técnica contendo cabos elétricos.
Não foram relatados feridos após da evacuação de emergência ocorrida na hora do almoço.
O enorme edifício em forma de estrela, no coração do quarteirão da União Européia em Bruxelas que abriga milhares de funcionários foi cenário de um importante incidente com fogo.
Houve confusão inicial quanto à origem do fogo depois que os sistemas de ventilação transportaram fumaça do telhado do edifício para o porão.
Os andares mais baixos foram vistos sendo tomados pela fumaça; na área de imprensa da Comissão Européia a fumaça foi observada 20 minutos antes que o alarme de incêndio atuou.
Não houve uma explicação imediata sobre o que possa ter causado o incêndio.
José Manuel Durão Barroso, Presidente da Comissão, juntamente com Joaquin Almunia e Neelie Kroes, comissários de economia e da concorrência, respectivamente, foram escoltados para fora do edifício por pessoal de segurança e policiais.
“Não houve pânico”, disse a senhora Kroes.
Os 240.000 m² do bloco de escritórios em Berlaymont, construído em 1976, foi reaberto em 2004 na seqüência de uma controvertida remodelação que durou 13 anos e que custou aos contribuintes 487 milhões de libras esterlinas.
Veja vídeo da REUTERS divulgado em português pelo UOL:
Add comment Maio 19, 2009
Bombeiros da Califórnia iniciam a prevenção contra incêndios florestais de verão – 12.05.2009
Em todos os verões, milhares de pessoas que vivem no sul da Califórnia, especialmente nos lugares próximos às florestas, estão expostas a possíveis incêndios. Por isso, as autoridades americanas começaram a trabalhar na prevenção de queimadas. Em novembro de 2008, um incêndio arrasou 489 casas de luxo na localidade de Sylmar. Apesar dos quase 1.100 bombeiros terem lutado horas contra o fogo, o desastre ficou registrado como a pior perda de imóveis na história da cidade.
Enquanto não surge algum meio mais eficaz para o combate de fogos florestais, bombeiros californianos preparam seus equipamentos e fazem campanhas de esclarecimento e orientação para moradores de áreas de risco. Os incêndios mais fortes são previstos para o verão do hemisfério norte.
As dicas que os bombeiros passam aos moradores são importantes, podem salvar vidas e patrimônio e se adaptam à situação aqui no Brasil também.
Em todo o mundo incêndios florestais são um desfio muitas vezes perdido pelos bombeiros. Apesar de que em alguns países haja meios de combate sofisticado, com apoio terrestre e aéreo, ainda não surgiu um sistema mais eficaz contra a violência dos incêndios florestais que, via de regra, consomem vastas áreas de floresta não respeitando o patrimônio e as vidas de moradores e animais…
Vejam material preparado pela EFE:
Add comment Maio 13, 2009
Incêndio florestal em Spryfield, ao sul de Halifax, Nova Escócia, Canadá – 30.04.2009
Um grande incêndio florestal em Spryfield na zona sul da cidade Halifax forçou mais de 1000 pessoas a fugir das suas casas no dia 30/04/2009.
O Serviço Regional de Bombeiros de Halifax confirmou que tinha evacuado cerca de 300 casas ao longo de uma secção com 20 ruas em Spryfield onde bombeiros combatiam um incêndio de grande monta.
Em uma das respostas de uma conferência de imprensa ocorrida na noite do dia 30 de abril o porta-voz do Departamento de Bombeiros de Halifax, Lloyd Currie, disse ao se referir sobre a ação do município no caso: “O que significa é que o fogo está avançando muito rapidamente. Há dois helicópteros no ar agora, vários equipamentos de combate e bombeiros em ação”.
A porta-voz da Municipalidade Regional de Halifax, Shaune MacKinlay, disse que aquela municipalidade tinha inicialmente criado um centro de evacuação no Centro de Lazer de Chocolate Lake, mas decidiu movê-lo para o Centro Capitain William Spry, que tinha condições de oferecer mais conforto para os evacuados. A Cruz Vermelha também foi lá para ajudar os residentes, aduziu MacKinlay.
O Departamento de Recursos Naturais da Nova Escócia requisitou apoio aéreo adicional de New Brunswick para ajudar as equipes de bombeiros a combater o fogo.
O diretor do Serviço de Proteção Florestal, Walter Fanning, informou na noite de 30 de abril: “Neste momento, temos três dos nossos helicópteros em ação. Nós também chamamos aviões tanque de New Brunswick. Estas são aeronaves de asas fixas. Eles transportam uma razoável quantidade de água, e nós temos três equipamentos deste tipo, há mais um Cessna L-19/O-1 (cujo apelido é Bird-Dog Aircraft).”
Os helicópteros podem colher a água de lagos e lagoas na área, enquanto as novas equipes de Brunswick irão aterrissar no Aeroporto Internacional Stanfield para reabastecer os seus tanques de água, disse Fanning.
A maior parte das 1200 pessoas forçadas a abandonar suas casas de Halifax regressou na sexta-feira, dia 01/05/2008 – alguns tendo que enfrentar os danos e destruição causada pelo fogo que se alastrou através da sua comunidade.
Autoridades dos Bombeiros creditaram a um dia inteiro de chuva como tendo sido um fator importante para que o fogo fosse colocado sob controle.
Uma ordem de evacuação permaneceu para apenas três ruas, o que significa cerca de 40 casas das 427 que tinham sido evacuadas permaneceram fora de limites. Mas esperava-se que mais pessoas retornariam a suas casas mais tarde, à noite.
Oito casas foram destruídas no incêndio e outras 10 foram danificadas. Não foram reportados maiores danos à pessoas, mas funcionários disseram que dois gatos e um cão pereceram.
Autoridades dos Bombeiros não disseram o que causou o incêndio, mas elas disseram que o fogo se espalhou rapidamente devido a rajadas vento e ao mato seco caído devido ao furacão Juan, em 2003.
Add comment Maio 2, 2009
Incêndio destrói mais de 40 casas na Carolina do Sul – 22.04.2009
Um incêndio florestal, que iniciou no dia 22.04.2009 já destruiu mais de 40 casas na costa da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Cerca de 2500 pessoas tiveram de deixar suas residências. Até agora, ninguém foi ferido pelo fogo, que começou na tarde de quarta-feira em Myrtle Beach.
Ainda no dia 22 o Chefe do Departamento de Bombeiros de Horry County dizia: -”Se o fogo continuar a queimar adiante na direção da Rodovia SC 22 irá atingir uma área de milhares de acres. O fogo está progredindo na direção de uma área para a qual não temos acesso. Estaremos “nos esforçando em dobro” nas próximas 12 horas.”
Bombeiros dos Condados de Horry, Conway, North Myrtle Beach e Calabash (Carolina do Norte) se uniram para dar combate ao incêndio. A Comissão Florestal da Carolina do Sul destacou mais de 10 tratores a área deflagrada. Veja vídeo em inglês preparado pela Sun News:
Casas, clubes, haras e demais instalações foram atingidas e tiveram que ser evacuadas. Uma catástrofe de grandes proporções.
Russell Hubright, um porta-voz da Comissão Florestal da Carolina do Sul, disse: “Eu seriamente duvido que consigamos conter este incêndio antes do fim de semana. Este sinistro é enorme, e nós temos alguns desafios no que diz respeito às condições sob as quais estamos tendo que trabalhar”.
“Estamos imensamente contentes com o reforço de combate pelo ar”, disse Hubright. Isto economizará pouco de tempo.”
Hubright confirmou que os bombeiros estão e cavar trincheiras (aceiros) ao redor do fogo com Bulldozers (tratores pesados). Adiante ele informou que a Guarda Aérea Nacional trouxe contenedores de água (tipo enormes baldes), com capacidade de mais de 500 galões de água e helicópteros para transportar este contenedores para as áreas deflagradas para ajudar a extinguir as chamas.
Hubright disse que os contenedores seriam usados “na parte do fogo que está ameaçando estruturas, para que possamos entrar com o combate local”
“Nós, na verdade, não estamos apagando o fogo”, disse Hubright. “Vai a queimar até o limite da combustão, e então ele irá se extinguir. Ou pelo menos essa é a teoria.”
Hubright disse, pelo menos, 100 bombeiros estão engajados no combate ao incêndio florestal de North Myrtle Beach.
“Essa é uma estimativa conservadora”, disse ele. “Temos 50 da Comissão Florestal da Carolina do Sul, além de inúmeros bombeiros de departamentos circunvizinhos à área deflagrada.” Veja vídeo divulgado no Brasil pela UOL Notícias:
A polícia bateu nas portas de moradores da área de risco na quinta-feira cedo para despertar os residentes. Visto que os fortes ventos ajudaram as chamas cortar uma faixa com a largura de um quarto de milha através de floresta e matas em direção ao complexo de Barefoot Landing. Um progressista complexo de casas, condomínios e campos de golfe separado da rodovia principal que corta Myrtle Beach pela Intracoastal Waterway.
Cerca de 2500 pessoas em trecho de um quarto de milha sobre o lado oeste da Intracoastal Waterway foram orientados a deixar suas casas durante a noite, disse Nicole Aiello porta-voz de North Myrtle Beach. Abrigos foram criados na Prefeitura de North Myrtle Beach e na House of Blues, onde cerca de 50 pessoas assistiram televisão no bar à procura de novidades. Mais de 100 outras permaneciam em fila, aguardando em seus carros do lado de fora, onde uma névoa branca desceu sobre o estacionamento, local onde um cheiro ácido de fumaça estava por todos os cantos.
A área é a âncora da indústria do turismo de 16 bilhões de dólares anuais do Estado da Carolina do Sul, atraindo estudantes universitários pelo baixo custo das férias de primavera e famílias que lotam milhas da orla do mar com seus hotéis baratos, especialmente na temporada entre o Memorial Day e o Dia do Trabalho. Dezenas de milhares de golfistas visitam a região a cada ano, e alguns dos campos de golfe da região estão entre os mais altamente considerados no país.
Os danos causados a esta região turística são consideráveis e demandarão um grande esforço para a reconstrução do potencial turístico da área.
Add comment Abril 26, 2009
Pássaro leva cigarro aceso a ninho e causa incêndio – 09.03.2009
Histórias de análise de Risco: desta vez foi um pardal que transformou uma loja de aldeia em um cinzeiro após ter levado uma ponta de cigarro acesa para o seu ninho, causando um significativo prejuízo.
No dia 9 de março de 2009, os bombeiros foram chamados para combater o fogo no telhado de uma loja, mas a estas alturas o motivo do sinistro ainda era uma incógnita.
Quando a loja da aldeia irrompeu em chamas, o seu proprietário Paul Sheriff não tinha como explicar como é que o sinistro tinha acontecido.
Mas eventualmente um pequeno passarinho contou-lhe a verdade…
Investigadores de seguros concluíram que um pardal deve ter catado uma ponta de cigarro acesa e depositado entre os galhos secos do seu ninho sob o beiral.
Seguiu-se um sinistro que causou num montante de £ 250.000 (cerca de R$ 816 mil) na Crescent Stores (uma loja) em Leasingham, perto de Sleaford, Lincolnshire, Inglaterra.
Investigações iniciais não encontraram falhas na tubulação de gás ou no sistema elétrico, mas acabaram sendo encontradas 35 pontas de cigarro em vários ninhos de pardais no telhado.
O senhor Sheriff, 48, que é um não-fumante, disse: “É uma pena, porque realmente eu gosto de ver pássaros ao redor do lugar, mas é incrível pensar que um desses pardais importunos deve ter levado uma ponta de cigarro acesa para o telhado e causou todo esse dano.
No final do dia, o que está feito está feito. É uma loja movimentada e as pessoas saltam de seus carros, deixam cair as pontas de seus cigarros no chão e entrar para comprar um novo maço de cigarros.
“Eu não sei de quem foi a ponta de cigarro que o pardal pegou, mas a chance de ter sido minha é nula. Eu suponho que é isto já é alguma coisa.”
O senhor Sheriff, que é dono da loja há oito anos, disse que ele escapou graças a um cliente que o alertou para o fogo.
“Eu estava atendendo na loja quando ele entrou correndo, e me disse que eu tinha que sair porque a loja estava em chamas. O telhado tinha desaparecido e o apartamento do andar superior tinha desaparecido. Eu tinha acabado de redecorar o apartamento e tudo lá em cima estava em ordem antes do incêndio. A loja estava uma bagunça total. Todos os forros falsos vieram abaixo, todos os componentes elétricos caíram no chão, todos os frigoríficos foram quebrados, uma coisa horrível. Os bombeiros vieram, mas não chegaram a nenhuma conclusão sobre como o sinistro começou. Então o investigador forense da companhia de seguros, AXA, me disse que havia provas suficientes para concluir que se tratava de um pardal, que levou uma ponta de cigarro acesa para o telhado.”
Um porta-voz da AXA disse: “Nós acreditamos que este é o primeiro caso do gênero tivemos de enfrentar. Tivemos de trazer um especialista para investigar. Eu certamente nunca enfrentei algo deste tipo antes. É estranho pensar em que como um pequeno passarinho munido de um objeto tão pequeno pôde causar tamanho caos.”
O senhor Sheriff, que vive com sua esposa Sharon, em um pub que eles operam na mesma aldeia, finalmente arranjaram tudo e conseguiram reabrir a loja seis semanas…
Sheriff agora instalou um telhado especial em sua loja para evitar novos acidentes.
A loja já foi reaberta, mas o apartamento no andar de cima ainda está sendo reformado.
Add comment Abril 26, 2009
Incêndio em farmácia e dois prédios no centro do Rio de Janeiro-02.04.2009
O segundo incêndio no intervalo de uma semana na cidade do Rio de Janeiro atingiu no dia 02 de abril de 2009 uma farmácia e dois prédios localizados próximo de um Camelódromo.
Oito viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para combater as chamas, o que foi feito num trabalho que durou duas horas. Na manhã seguinte ainda haviam pequenos focos remanentes que demandaram a atenção dos bombeiros.
Não foram registradas vítimas apesar das proporções deste sinistro. Veja as imagens registradas pela BandNews:
Add comment Abril 4, 2009
Incêndio provoca vazamento de produtos químicos por bairro de Diadema; dezessete pessoas foram socorridas – 27.03.2009
O fogo começou por volta das 7h30 do dia 27.03.2009, na na rua Henrique de Leo, Jardim Ruyce bairro de Diadema, Grande São Paulo. No local, estavam estocados, entre outros produtos, solvente e detergente. O material estava em tonéis, que foram lançados para fora do prédio com as explosões. Alguns atingiram imóveis vizinhos. O calor foi intenso na região. Ruas próximas foram interditadas ao tráfego.
Devido aos produtos químicos, ocorreram diversas explosões. As labaredas e a fumaça puderam ser vistas a distância. Moradores deixaram as casas às pressas. Produtos químicos vazaram do prédio e, em chamas, escorreram pelo asfalto. Pneus de carros ficaram derretidos nas garagens e portões, inchados. Fios da rede elétrica também foram derretidos, e moradores da região ficaram sem luz.
O Corpo de Bombeiros informou que explosões são normais em incêndios que envolvem produtos químicos. No total, 106 bombeiros, em 40 carros da corporação, participam do combate ao fogo. Segundo os bombeiros, o fogo foi considerado controlado por volta das 9h40. Por volta das 11h, eles faziam o trabalho de rescaldo, revirando o material queimado dentro do prédio em busca de novos focos de fogo.
Mais cedo, a prefeitura informou que a empresa tem licença ambiental e alvará para funcionamento. “Precisamos saber se o volume [de produto] autorizado era compatível com o que foi estocado”, disse o prefeito de Diadema, Mário Reali (PT). O tenente-coronel Valdeir Vasconcelos, do Corpo de Bombeiros, informou que a empresa afirmou que a empresa não tinha autorização para armazenar os produtos no local, pois não tinha o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).
A Prefeitura de Diadema (Grande São Paulo) informou que 18 casas e um galpão foram interditadas um dia após um incêndio destruir uma empresa que armazenava produtos químicos. Devido aos produtos químicos armazenados no local, ocorreram diversas explosões.
Segundo o secretário municipal de Defesa Social, José Francisco Alves, nenhuma das casas interditadas corre o risco de desabamento, mas não há previsão de liberação dos imóveis. A interdição, ainda segundo o secretário, se dá por questões ambientais.
“Num primeiro momento, os danos às residências não foram elevados. Mas a gente ainda sente o cheiro forte na rua, imagine nas casas que estão fechadas”, afirmou Alves. Além da fuligem, algumas casas tiveram danos na estrutura hidráulica.
As 18 famílias desalojadas, que totalizam cerca de 45 pessoas, recusaram o alojamento oferecido pela prefeitura e foram para casas de parentes.
“Como todas elas têm parentes próximos, preferiram não aceitar a nossa ajuda”, disse Alves. Cada uma das famílias vai receber uma cesta básica para ajudar nas despesas das casas que os alojaram.
Numa reunião com os moradores das casas atingidas, a Prefeitura sugeriu a possibilidade de uma bolsa-aluguel, mas ainda não há valores ou critérios estabelecidos.
Nove funcionários da Defesa Civil trabalham no local fazendo o monitoramento dos prédios atingidos e dando apoio logístico ao Corpo de Bombeiros.
Add comment Março 29, 2009
